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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
Palanca-negra
A palanca-negra, pala-pala ou palave (Hippotragus niger) é uma espécie de palanca nativa África Oriental e Austral.[1] Possui uma pelagem entre castanha e negra, com exceção do focinho e da barriga, que são brancos.
São reconhecidas quatro subespécies:[1]
- Hippotragus niger niger
- Hippotragus niger kirkii - classificada como vulnerável, Zâmbia Ocidental e centro de Angola
- Hippotragus niger roosevelti - Quénia, Tanzânia e possivelmente Moçambique
- Hippotragus niger variani, palanca-negra-gigante de Angola, criticamente ameaçada.[2]
sábado, 11 de agosto de 2012
Bisão Americano
O bisão-americano ou bisonte-americano (Bison bison) é uma espécie de bisão (bisonte) que habita a América do Norte. Pastam nas pradarias, em grandes manadas, migrando para o sul durante o inverno, e já foi extremamente abundante. Antes da colonização europeia das Américas, eramcaçados pelos nativos americanos, mas os colonizadores quase os exterminaram.
No princípio do século XIX havia mais de 60 milhões de bisontes na América do Norte, mas em meados desse século o bisonte tinha desaparecido a leste do rio Mississippi e, em 1900 só existiam duas manadas selvagens, uma do bisonte-das-planícies (Bison bison bison) no Parque Yellowstone e outra duma variedade maior, chamada bisonte-das-florestas (Bison bison athabascae), no Alasca e Canadá. Estas constituem as duas subespécies/ecótipos do bisonte-americano[1][2][3][4][5][6]
No início do século XX, foram instituídas leis de proteção destes animais e a sua população subiu de poucas centenas para mais de 20 milhares. O bisonte-das-florestas aparentemente desapareceu como raça distinta, provavelmente por hibridização com o das planícies.
Canguru
Canguru é o nome genérico dado a um mamífero marsupial pertencente a quatro espécies do género Macropus (ver caixa) da família Macropodidae, que também inclui os wallabees. As características incluem patas traseiras muito desenvolvidas e a presença de uma bolsa (o marsúpio) presente apenas nas fêmeas na qual o filhote completa seu desenvolvimento. O canguru é o animal-símbolo da Austrália.[1] Conhecido por seus pulos, é bastante encontrado na Austrália.
Ariranha
Pteronura brasiliensis (Zimm.), conhecido vulgarmente como ariranha, onça-d'água[1], lontra-gigante e lobo-do-rio, é um mamífero mustelídeo, característico do Pantanal e da bacia do Rio Amazonas, na América do Sul.
Arara-azul
Arara azul é um gênero de aves psitacídeas que inclui três espécies de arara, exclusivas das florestas tropicais da América do Sul e que podem ser observadas no Brasil.
As araras-azuis são aves de grande porte, com comprimento variável entre os cerca de 70 cm da arara-azul-pequena e os 100 cm da arara-azul-grande, o maior representante da ordem Psittaciformes. A sua plumagem é uniforme, em tons de azul ou azul-esverdeado. O bico é poderoso e preto. Estas araras distinguem-se dos membros do gênero Ara, pela presença de manchas amarelas na cabeça, na zona da bochecha e em torno dos olhos.
Todas as espécies de arara-azul encontram-se em perigo de extinção, devido à caça e à degradação de habitat.
Camelo
Os camelos (Camelus) constituem um género de ungulados artiodáctilos (com um par de dedos de apoio em cada pata) que contém duasespécies: o dromedário (Camelus dromedarius), de uma corcova e o camelo-bactriano (Camelus bactrianus), de dois sacos.[1] Ambos são nativos de áreas secas e desérticas da Ásia e Norte da África. Ambas as espécies são domesticadas, que fornecem leite e carne, e são animais de tração. Os humanos têm domesticados camelos há milhares de anos.[2]
O nome camelo vem do grego kamelos a partir do hebraico ou fenício gāmāl, "camelo", possivelmente a partir de uma raiz que significa suportar ou carregar (relacionado com o árabe jamala).[3] Espécies extintas do gênero foram o Camelus hesternus, Camelus gigas e Camelus sivalensis.
Junto a família dos camelídeos, temos quatro animais sul-americanos: a lhama, a alpaca, o guanaco e a vicunha.
As evidências fósseis indicam que os ancestrais dos camelos modernos evoluíram na América do Norte durante o período Paleogeno, os Camelops, e depois se espalhou para vários lugares da Ásia e Norte da África. Povos antigos da Somália, os Punts, domesticaram primeiros camelos muito antes de 2000 a.C..[4]
Mesmo com a existência de mais de 13 milhões de dromedários hoje, eles foram extintos como animais selvagens. Há, porém, uma população selvagem considerável de cerca de 32 000 que vivem nos desertos da Austrália central, descendentes de indivíduos que escaparam no século XIX.[5]
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